domingo, 12 de julho de 2015

Grandes obras de Oscar Niemeyer - Museu de Arte Contemporânea de Niterói

O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer foi um dos maiores representantes da arquitetura moderna e um dos profissionais mais premiados e influentes do mundo. Seu trabalho, sempre cheio de curvas em concreto, que tornavam seu estilo inconfundível, marcou a paisagem urbana de muitas cidades do Brasil e de outros países. 
Vamos começar, a partir dessa matéria, publicar os seus trabalhos mais notáveis, ao longo de sua brilhante carreira.

 Localizada na cidade de Niterói, a pouco mais de 10 quilômetros da capital do Rio de Janeiro, essa moderna edificação destaca-se na paisagem por causa da forma curiosa de sua estrutura, parecida com um "disco voador"!


O MAC, como é conhecido esse museu, é um dos cartões-postais de Niterói. A incrível edificação circular tem 50 metros de diâmetro e 16 metros de altura.



Para chegar ao interior do edifício, o visitante sobe por uma rampa sinuosa, parecendo um tapete vermelho.



Os vidros foram fabricados exclusivamente para o projeto e estão inclinados a 40 graus em relação ao plano horizontal.



No subsolo, se encontra um auditório para 60 espectadores, e o restaurante, onde uma janela horizontal permite vistas à baía. Na entrada do primeiro andar estão a recepção e a administração.


O museu foi inaugurado em 1996. Possui um acervo de mais de mil obras de arte contemporânea. A maior parte do acervo é constituída pela Coleção João Sattamini. Esta coleção abrange uma ampla coleção da arte contemporânea tal qual veio se consolidando no Brasil a partir dos anos 50.Além da Coleção João Sattamini, o MAC NIT conta também com a Coleção MAC de Niterói, constituída atualmente por um conjunto de 369 obras de arte, doadas por artistas que realizaram exposições no Museu.


Em poucas palavras o arquiteto Oscar Niemeyer (1907 - 2012) resume o seu projeto para o Museu: "O terreno era estreito, cercado pelo mar e a solução aconteceu naturalmente, tendo como ponto de partida o apoio central inevitável. Dele, a arquitetura ocorreu espontânea como uma flor. A vista para o mar era belíssima e cabia aproveitá-la. E suspendi o edifício e sob ele o panorama se estendeu mais rico ainda. Defini então o perfil do museu. Uma linha que nasce do chão e sem interrupção cresce e se desdobra, sensual, até a cobertura. A forma do prédio, que sempre imaginei circular, se fixou e, no seu interior me detive apaixonado. À volta do museu criei uma galeria aberta para o mar, repetindo-a no segundo pavimento, como um mezanino debruçado sobre o grande salão de exposições".



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